As coisas nem sempre são o que parecem e nem sempre se tornam verdadeiras naquilo que denotam.

As coisas nem sempre são o que parecem e nem sempre se tornam verdadeiras naquilo que denotam.

Cada vez mais me surpreendo com a capacidade de magoar que temos… Muitas vezes não nos importamos com os sentimentos dos outros e não nos incomodamos com aquilo que esteja valendo a pena ou não em meio aos encontros e desencontros que desencadeamos em nossa mera existência.

O mundo corre e gira desenfreadamente e parece não nos inspirar naquilo que devemos fazer ou que nunca deveríamos fazer.

As coisas nos vêm e vão e nem sequer nos damos conta que temos que aprender a mais amar, amar e amar do que somente odiar e fomentar o ódio na vida das pessoas ou para com as pessoas que sequer conhecemos direto.

Sabe o que eu acho??

Que não estamos mais nem ai com as coisas… Antigamente nos preocupávamos com as pessoas, com os sentimentos, com as necessidades; mas hoje parece que “é cada um por si” e Deus por ninguém… Não sei o que se passa em nossa cabeça quando não deixamos que as coisas ocorram como devem ocorrer, mas com nossas mãos a “teleguiar” aquilo que há de vir e como há de vir.

Muitos me perguntam as maneiras de ser feliz e minha resposta vem de encontro a dizer que temos cada qual a nossa maneira, mas não prestamos atenção que a minha felicidade depende da felicidade do outro, pois se o outro não está feliz pode me fazer infeliz na medida em que, talvez, não conheça como ser feliz sem fazer alguém infeliz; já que não tem a “consciência” que julgo ter. E, se tenho ou julgo ter, tenho o dever de ser melhor.

Minha vida deve ser pautada em querer fazer-me melhor querendo que os outros também o sejam, na medida em que “meu direito começa quando termina o do outro”.

Se eu quiser que as pessoas me tratem bem tenho que tratar bem também… Essa é a lei do retorno.

Os impactos em nossa vida deveriam nos ensinar a crescer; mas, muitas vezes, nos ensinam a sermos piores, pois parece que destroem  em nós a vontade de irmos avante… Nos perdemos em nossos anseios deveras mal trabalhados e tratados e se tornam neurose crônica a destruir tudo e todos ao nosso redor.

Como somos mal amados porque não amamos, não é verdade?

Somos perdidos em nosso anseio louco em angariar coisas e pessoas e não prestamos atenção que “quem muito escolhe corre o risco de nunca ser escolhido”.

Triste é ver que tem gente que quer “dar os passos maior que as pernas” e querem comer mortadela estragada e “arrotar” presunto de primeira… Triste isso, você sonhar com algo e transformar seus sonhos em pesadelos ou mentiras em verdade… Coisa de doido, não é?

Bom, vamos tentando seguir avante né?

“A saída do poço é sempre por cima”… Então olhe pra cima e erga as mãos para a saída e se prepare por vezes para pedir ajuda estendendo a mão e não querendo ser super em tudo.

 

Com um beijo de Jesus, pelos lábios de Maria e no apoio de José:

 

Pe. Delair  Sebastião Cuerva, fmdp

 

“NESTE CARNAVAL NÃO SE ESQUEÇA QUE O SENHOR NÃO LHE ESQUECE”.

By | 2018-02-18T17:45:18+00:00 fevereiro 18th, 2018|Artigo|0 Comments

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